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Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em março

[Quem quiser sacar, terá de esperar até 22 de agosto] A Caixa credita hoje (13) saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março. O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19.

Confira o calendário para saque em dinheiro do auxílio emergencial

Caixa anunciou cronograma de pagamentos que vai de julho a setembro. Quem prefere sacar o dinheiro do auxílio emergencial de R$ 600 terá que acompanhar um calendário que começa no próximo dia 18 de julho, para nascidos em janeiro, e vai até 19 de setembro, para nascidos em dezembro.

Auxílio emergencial tem foco nos mais necessitados, diz Ipea

O auxílio é um benefício do governo no valor de R$ 600 (que pode chegar a R$ 1.200 para mulheres chefes de família) destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Dólar fecha em R$ 5,58, valor mais baixo em quase 20 dias

[Bolsa sobe 2,1% e fecha no maior nível desde fim de abril] Num dia marcado por avanços nas negociações para o veto ao reajuste de servidores estaduais e municipais e por declarações do presidente do Banco Central (BC), o dólar caiu para a menor cotação em 17 dias. A bolsa de valores fechou no nível mais alto em quase um mês.

Mais 6,9 milhões recebem segunda parcela do auxílio nesta quinta-feira

[São 5 milhões inscritos pelo aplicativo ou cadastro único, que terão valor depositado, além de 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família] Mais 6,9 milhões vão receber a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 nesta quinta-feira (21). São 5 milhões de trabalhadores informais nascidos em março ou abril, que fizeram o cadastro pelo aplicativo da Caixa ou pelo cadastro único do governo federal.

Congresso precisa aprovar acordo sobre Lei Kandir, diz secretário

O acordo de reposição das perdas da Lei Kandir entre a União e os estados depende de votação do Congresso, disse no início da noite desta quarta-feira (20) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Segundo ele, a liberação dos repasses depende da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacto federativo, em tramitação no Senado, ou de um projeto de lei complementar.